terça-feira, 25 de maio de 2010

Malawi_Starving in a Land of Plenty by Kristof Nordin

The Politics of Stigma: Starving in a Land of Plenty

http://www.abanet.org/irr/hr/winter10/nordin_winter10.htm

by Kristof Nordin


"Much of the financial aid that is currently spent on food-related humanitarian relief is often a Band-Aid approach used to cover up the symptoms of a much greater problem. As we have moved away from diversified agriculture, development organizations that are concerned about malnutrition and nutrition-related deficiencies are now spending millions of dollars each year on supplementation and fortification programs. Throughout the world we now fortify foods in the same way that we apply chemical fertilizers to our soil—as a recurring treatment to a self-inflicted ailment. One example is vitamin A. Malawi is a country that could be overrun with vitamin A–rich foods, and yet local mothers routinely take their children to health centers to receive capsules of imported vitamin A supplements. Other items, such as cooking oils, are now fortified with vitamin A. These fortification and supplementation programs do very little to move countries forward in a sustainable way. If, on the other hand, people were to be taught about locally available foods that have high-nutrient values, and how to grow and use them in a sustainable way, then within a matter of months these countries could be on the path to breaking their dependency on outside assistance.

We can, and should, all continue to reach out to those in need, but in so doing we need to remember that the word give can mean much more than just providing monetary assistance; it is also a term that is used to convey the idea that something empowering will result, such as when food is able to give life-sustaining nourishment. The world can no longer afford to tackle its problems of undernutrition and overnutrition without beginning to embrace the diverse natural systems that sustain it—just as development agencies can no longer afford to view their responses to humanitarian needs simply in the context of financial aid. These systems, too, need to be replaced by holistic approaches that offer solutions to problems in harmony with the traditional wisdom, knowledge, resources, and cultures of the countries in which these organizations work.

My wife and I have learned that when development work is conducted sincerely within this realm of mutual respect, the natural consequences become a true exchange of ideas, learning, and progress, as well as a deeper appreciation for each other’s cultures. As we have worked to bring back a sense of pride regarding Malawi’s traditional resources, the country has begun to have a resurgence in the use of these resources. Villagers, farmers, teachers, students, extension workers, health workers, and even government officials have all begun to unite to build on the knowledge of the country’s ancestors and incorporate this knowledge back into the building of a sustainable future. This low-to-no-input approach quickly achieves sustainability because it is not dependent upon outside funding, foreign interventions, start-up costs, or administrative overhead. It is a person-to-person initiative that continually strives to break the mental poverty that has now convinced so many people that their quality of life is directly proportionate to their quantity of money. When people begin to acknowledge that they truly are the ones with the solutions, they also begin to realize that many of these solutions lie no farther than their own front yard."











Winter 2010 - The Global Hunger for Food and Justice

http://www.abanet.org/irr/hr/winter10/HR_Wi10_full.pdf

segunda-feira, 24 de maio de 2010

sábado, 24 de abril de 2010

Hortas Novas

A Horta Pedagógica de Guimarães

Video:
http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Horta-biologica-em-Guimaraes.rtp&headline=20&visual=9&tm=6&article=229842


Pagina Principal:
http://v3.cm-guimaraes.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=18558



A Horta Pedagógica de Ponte de Lima

http://www.cm-pontedelima.pt/noticia.php?id=306

Video:
http://www.cm-pontedelima.pt/videos.php?id=80


Lisboa
http://www.horta-popular.blogspot.com/

Onde fica: Na intersecção da Calçada do Monte com a Rua Damasceno
Monteiro, 150 metros a oeste do Largo da Graça.

sábado, 20 de março de 2010

Pegada Ecológica em Oliveira do Hospital

http://pegecoh.blogspot.com/

Somos cinco alunos da turma A, do 12º ano, da Escola Secundária c/ 3º C.E.B. de Oliveira do Hospital, distrito de Coimbra, e estamos a desenvolver um trabalho, no âmbito da disciplina de Área de Projecto. O nome do nosso projecto é “Pegada Ecológica na Cidade O.H.” e consiste, principalmente, em analisar os hábitos ecológicos da população da nossa cidade e, posteriormente, sensibilizá-la para o impacto que esses mesmos hábitos têm sobre o ambiente.

Resumidamente, essa sensibilização passa por dar conselhos simples acerca de regras que as pessoas podem executar facilmente no seu quotidiano.

Decidimos abrir este blog com o objectivo de expor o projecto e de interagir com a população local. Neste blog divulgaremos os estudos realizados na cidade O.H., bem como ideias ecológicas e pretendemos também receber e responder a questões ambientais colocadas pela população.

Deste modo, pretendemos contribuir para o desenvolvimento sustentável de Oliveira do Hospital!



Grupo Pegada Ecológica na Cidade O.H.: Ana Rita Álvaro, Constança Marques, Hugo Ferreira, Inês Oliveira e Rafael Figueiredo

sexta-feira, 12 de março de 2010

Romper o Silêncio

Fonte:

http://mediaserver.rr.pt/rr/others/73563345150830.pdf

O dever de romper o silêncio

“Cristianofobia”. É este o título do mais recente
livro de René Guitton, escritor francês que percor-
reu o mundo e denuncia a actual perseguição em
curso contra os cristãos.
O livro – que venceu o Prémio Direitos do Homem,
do parlamento italiano – traça o mapa da aversão
ao cristianismo no mundo e refere-se, sobretudo, à
Índia e às perseguições no Sri Lanka, Paquistão, Ira-
que, Sudão e Nigéria (só neste país foram massacra-
dos 500 cristãos, nos últimos dias). As perseguições
foram desencadeadas por fanáticos muçulmanos e
– no caso da Índia – por hindus.
A Europa cala-se. Tal como se cala a esmagadora
maioria dos media, dos políticos, dos analistas e
até dos que se arrogam “defensores das minorias”.
Como se houvesse minorias boas e minorias más.
As minorias boas que vivem no Ocidente (e que é
preciso defender com unhas e dentes); e as outras,
que é melhor ignorar, mesmo quando se trata de
massacres sucessivos.
Romper esta onda de silêncio é um dever e uma obrigação. Sob pena de sermos coniventes.
-- Aura Miguel


domingo, 31 de janeiro de 2010

Permacultura! - Acção!

https://docs.google.com/fileview?id=0B2jJQfI6I6HiYmYzNjU5MDItZGJlMi00N2FkLTk5MmQtNjU3NDJkNDA0NDJj&hl=pt_PT

http://permaculturaportugal.ning.com/group/leiriaesantarm/forum/topics/o-fojo-no-jornal-regiao-de

Pois é, já está online a edição do Jornal REGIÃO DE LEIRIA (edição impressa de 22 de Janeiro de 2010), com duas páginas de reportagem sobre O FOJO, a PERMACULTURA e a 2ª EXPERIÊNCIA DE PERMACULTURA N'O FOJO!

Reportagem de Marina Guerra e Joaquim Dâmaso